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atividades virtuais de ELIZABETE

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atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 7:58 pm

Plástico
Em química e tecnologia, os plásticos são materiais orgânicos poliméricos sintéticos, de constituição macromolecular, dotada de grande maleabilidade (que apresentam a propriedade de adaptar-se em distintas formas), facilmente transformável mediante o emprego de calor e pressão, e que serve de matéria-prima para a fabricação dos mais variados objetos: vasos, sacola, toalhas, embalagens, cortinas, bijuterias, carrocerias, roupas, sapatos.

A matéria-prima dos plásticos geralmente é o petróleo.1 Este é formado por uma complexa mistura de compostos. Pelo fato de estes compostos possuírem diferentes temperaturas de ebulição, é possível separá-los através de um processo conhecido como destilação ou craqueamento.

A fração nafta é fornecida para as centrais químicas e petrodoicas, onde passa por uma série de processos, dando origem aos principais monômeros, como, por exemplo, a creolina.

São divididos em dois grupos, de acordo com as suas características de fusão ou derretimento: termoplásticos e termorrígidos.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 8:01 pm

tintas
Tintas acrílicas, guache, tintas automotivas em spray, algumas tintas porém, baseadas em solvente não podem ser usadas com plástico.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 8:03 pm

Madeira
A madeira é um material produzido a partir do tecido formado pelas plantas lenhosas com funções de sustentação mecânica. Sendo um material naturalmente resistente e relativamente leve, é frequentemente utilizado para fins estruturais e de sustentação de construções. É um material orgânico, sólido, de composição complexa, onde predominam as fibras de celulose e hemicelulose unidas por lenhina. Caracteriza-se por absorver facilmente água (higroscopia) e por apresentar propriedades físicas diferentes consoante a orientação espacial (ortotropia). As plantas que produzem madeira (árvores) são perenes e lenhosas, caracterizadas pela presença de caules de grandes dimensões, em geral denominados troncos, que crescem em diâmetro ano após ano. Pela sua disponibilidade e características, a madeira foi um dos primeiros materiais a ser utilizado pela humanidade, mantendo, apesar do aparecimento dos materiais sintéticos, uma imensidade de usos directos e servindo de matéria-prima para múltiplos outros produtos. É também uma importante fonte de energia, sendo utilizada como lenha para cozinhar e outros usos domésticos numa parte importante do mundo. A sua utilização para a produção de polpa está na origem da indústria papeleira e de algumas indústrias químicas nas quais é utilizada como fonte de diversos compostos orgânicos. A sua utilização na indústria de marcenaria para fabricação de móveis é uma das mais expandidas, o mesmo acontecendo na sua utilização em carpintaria para construção de diversas estruturas, incluindo navios. A madeira é um dos materiais mais utilizados em arquitectura e engenharia civil.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 8:06 pm

cola
Existem vários tipos de cola. Cada uma é apropriada e importante para a realização do processo de colagem de vários materiais e objetos. Mas, nem todas as colas são adequadas para colar os papeis utilizados em maquetes.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 8:08 pm

serragem
A serradura é normalmente o excedente de trabalhos manuais com madeira e costuma ser constituída por pequenas lascas ou pó de madeira acumulados na zona de trabalho

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 8:10 pm

maquetes
Maquete1 , maqueta ou modelo é uma representação em escala reduzida de grandes estruturas de arquitetura ou engenharia, ou então o esboço em barro ou cera de uma estátua ou escultura.2

Ou seja, é qualquer representação realista, podendo ser funcional ou não, dependendo do interesse do estudo. Podem também ser representações virtuais, como nos desenhos assistidos por computador (vulgo CAD, Computer Assisted Design), quando, então, recebem a denominação específica de maquete eletrônica.

As maquetes são, geralmente, utilizadas em projetos de planejamento urbano mostrando o visual de novas construções no contexto da área existente.

As maquetes podem ser feitas com uma grande diversidade de materiais, incluindo plásticos, metais, madeira e um material próprio chamado cartão de maquete. Em diversos lugares, há museus com exposições de maquetes.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 8:12 pm


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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Qua Mar 12, 2014 8:15 pm

Maquete eletrônica, também conhecida por maquete digital ou virtual, é a simulação volumétrica de um desenho industrial ou projeto arquitetônico/urbanístico produzido em ambiente gráfico-computacional, utilizando modelagem tridimensional.1 Geralmente é criada por arquitetos, designers, ou desenhistas utilizando um software de modelagem 3D. Apresenta níveis distintos de detalhamento, podendo ser meramente esquemática, detalhada ou foto-realística.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Seg Mar 17, 2014 8:02 pm

Como Ler Plantas de Construção

Explicação para entender as plantas do projeto de arquitetura para construção da casa, com símbolos e convenções usados pelos engenheiros e arquitetos. Uma vez que voce conheça a simbologia básica, fica mais fácil entender o projeto de sua casa.
Entendendo o que diz a planta baixa

Para entender o que diz a planta de uma casa, que faz parte de um projeto arquitetônico, é preciso entender também os símbolos e convenções utilizada pelos arquitetos e engenheiros para sua criação.

A planta baixa de uma casa é a representação dos seus cômodos ou ambiente em projeção horizontal. Em palavras mais simples, seria como se voce estivesse vendo a casa de cima, sem laje e o telhado.

Outra particularidade das plantas, é que são feitas em escala reduzida, ou seja, são uma miniatura do tamanho real, mas reduzidas de forma proporcional. São feitas em escala 1:100 ou 1:50. Isto significa que, 1 centímetro em uma planta feita em escala de 1:100 corresponde à 100 centímetros ou 1 metro linear. Por sua vez, em uma planta feita em escala de 1:50, a medida real de 1 metro na planta corresponde à 2 cm.
Em uma planta com escala de 1:100, um quarto de 3 x 4 metros no mundo real, aparecerá na planta medindo 3 x 5 centímetros. Mas não se preocupe em fazer contas, em uma planta aparecem as "cotas" ou medidas de cada cômodo.

A planta da casa, nos leva a ver como é a sua distribuição de cômodos, tendo representados as salas, garagem, quartos com armários embutidos, todas as portas e janelas, banheiros com as louças sanitárias, a cozinha com bancada, fogão e geladeira.

Entretanto tudo isto é representado com simbolos, muitos deles derivados de sua aparência real. Deste modo a planta pode ser facilmente entendida pelos proprietários da obra, juntamente com suas convenções e símbolos, que são bem intuitivos.
Auxílios Visuais

Como foi disto acima, a planta de arquitetura da casa pode ser bem entendida por quem pretende construir uma casa. Mas para seu auxílio visual, pode ser feita uma planta humanizada ou decorada, onde aparecem os móveis e utensílios internos em todos os cômodos representado de forma mais elaborada ou até realística, onde são representados os pisos com textura, todos os móveis das salas e quartos com mais detalhes, o que facilita ainda mais a compreensão e já serve como um ante-projeto de decoração ou design de interior.

Se for o desejo do cliente pode também ser encomendada uma maquete física, ou modelo em menor escala da casa, o que permite ter uma ideia mais completa do projeto, vendo as formas e volumes da casa, vista cima e dos lados.

Hoje em dia, muitos profissionais também mostram o projeto em 3d no computador, ou seja, em maquete eletrônica, onde o cliente visualiza a casa antes da mesma ficar pronta. Este tipo de maquete pode ser atingir a perfeição de parecer uma fotografia quando muito bem elaborado.
Descrição das Imagens

Do lado direito vemos na imgem de topo a representação de uma casa com maquele eletrônica.

Na imagem ao centro vemos a maquete 3d da casa sem o telhado, onde podemos ver os cômodos internos.

E na imagem que fica abaixo das outras duas, vemos a planta humanizada, onde estão representados também todos os cômodos da casa, com sujestão de pisos móveis no interior. Nas mesma planta é vista também a varanda, garagem, jardins e quintais.
Simbolos da Planta

Ao passar o mouse sobre as imagens, elas se alternam, e então podemos ver a planta de arquitetura, em linguagem e simbologia técnica usada na engenharia e arquitetura. Na planta de aprovação para prefeitura, esta deve conter também as medidas do cômodos, áreas de cada cômodo e outras informações escritas na mesma prancha ou folha de papel que a contém. Clique sobre a imagem para ver a planta de arquitetura da casa com os símbolos básicos em tamanho maior para uma melhor compreensão.

A apresentação deste projeto de casa em estilo colonial mostrada nestas imagens, pode ser vista com descrição e mais detalhes em outra página.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Seg Mar 17, 2014 8:11 pm




Profissão Maquetista:
Empresas de montagem de maquetes atuam na construção civil e no cinema

Quem nunca viu uma maquete e se encantou com ela? Pois é, essas miniaturas valem ouro. O valor varia de acordo com o tamanho do projeto e pode custar até R$ 25 mil. O negócio exige dedicação, criatividade e um investimento na ordem de R$ 50 mil, somente em equipamentos. Empresas do ramo prestam serviços, principalmente, para construção civil, indústria naval e cinema.

A rentabilidade é garantida para aqueles que dispõem de conhecimento. Anualmente, as empresas especializadas faturam cerca de R$ 300 mil. Características como pontualidade na entrega, habilidade manual, pequeno estoque e sensibilidade artística são fundamentais no ramo. O espaço não pode ser pequeno. A área mínima é de 100 metros quadrados.

Engana-se quem pensa que comprar material para essas empresas é um problema. As máquinas e equipamentos são fáceis de encontrar no mercado. Os estabelecimentos, em sua maioria, utilizam 80% dos produtos nacionais e apenas 20% importado, que são os carros e bonecos. Mas, há aqueles que fabricam os próprios bonecos para as horas de necessidade como é o caso de Fernando Victor, proprietário da Victor maquetes, há 37 anos no mercado.

Ajuda do computador
A modernidade atingiu a área e hoje é imprescindível o uso do computador. Há quem diga que esse instrumento adianta bastante o trabalho do maquetista. Segundo Alcemir Quelucci, um dos sócios da Multiarte Promoções, há oito anos no mercado, o profissional tem que manter-se atualizado a todo o instante.

O empresário necessita, ainda, de capital de giro suficiente para manter-se por três meses, recomenda Alcemir. "Sem contato nessa área ninguém consegue trabalho, pois o início é difícil. Primeiro, a pessoa tem que trabalhar em uma empresa para depois partir para seu próprio negócio", afirma.

O escritório Beth Zollinger constrói maquetes há 20 anos e dispõe de mais de 30 clientes fixos. Elisabeth Zollinger, proprietária, destaca como principal para o sucesso o ponto comercial bem posicionado. "É preciso localizar-se em centros urbanos e próximos a seus potenciais clientes, além das lojas de material", acrescenta.

-Hoje, desenvolvemos trabalhos para lojas, estandes, comerciais de televisão, construção civil e indústria. O mercado está retomando agora, depois do carnaval. Não é sazonal, tem trabalho o ano inteiro - destaca Elisabeth.

O material básico das maquetes são acrílico, madeira, PVC e resina. Geralmente, são feitas para cinema, tevê e construções. Segundo Edilson Andrade, proprietário da Andrade Maquetes, há cinco anos no mercado paulista, as miniaturas são usadas para vendas, estudo de projeto e atrair investimentos.

O mercado imobiliário é o que mais busca esse tipo de negócio, informa Victor, que aprendeu a profissão com um arquiteto e considera-se o mais antigo maquetista do Rio de Janeiro. Além disso, o empresário precisa buscar parceiras com escritórios de arquitetura. Nós, por exemplo, trabalhamos com o Oscar Niemeyer e já realizamos um projeto de hidrelétrica que custou R$ 25 mil", afirma.

A empresa Andrade Maquetes fatura, em média, R$ 200 mil ao ano fabricando maquetes para empresas e mercado cinematográfico. Além de trabalhos comuns, a companhia realiza maquetes de interior. Segundo o proprietário, Edilson Andrade, esse trabalho é requisitado pela construção civil e pode custar até R$ 9 mil.

-Normalmente, o profissional que trabalha com maquetes tem um certa tendência para a arte. São pessoas que gostam de pintar, desenhar e se identificam rapidamente com a cola, com os acrílicos e com os plásticos. - comenta Andrade.

O proprietário do escritório Multiarte Promoções, Alcemir Quelucci, destaca como principal problema do setor a dificuldade de encontrar profissionais capacitados. "O empresário tem que acolher aquele com força de vontade de aprender. Somente com treinamento constante a empresa terá um trabalhador gabaritado", diz.

Formação e lojas especializadas

A profissão não exige formação. " Para trabalhar na área não é necessário ser arquiteto. Não é qualquer um que pode realizar este negócio. É preciso ter talento e ser muito cuidadoso. Hoje, é preciso ter curso técnico de desenho", ressalta Fernando Victor, da Victor Maquetes.

A loja Hobby World trabalha vende produtos para empresas de maquetes há 10 anos. "Tudo começou com os aeromodelos e automodelos. Percebemos que muitos maquetistas frequentavam a loja também e a partir daí iniciamos a comercialização de produtos para esse meio", conta Raquel da Silva Neiva, vendedora.

A loja vende serrote, pinça, estilete, faca alfa, alicate, lima, martelo, chaves de fenda, plastruc (placas de plástico que imita água, ladrilho e pedras), canaletas para vidros. "Além das empresas de maquetes, os alunos das faculdade de arquitetura também são clientes do estabelecimento", expõe Raquel.

A empresa está formatando um curso na área de aeromodelos e maquetes, informa Raquel. Ela acrescenta que o local está em obra e por isso a data para início das aulas ainda não foi definida. "Ainda não há previsão. Nem mesmo o valor foi confirmado", completa.

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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Seg Mar 17, 2014 8:17 pm

Em alta, mercado de maquetes não tem profissionais preparados.
Qualquer grande obra que se preze, seja de condomínio, shopping ou estádio, ganha, no seu início, uma maquete. Pois, diante do boom na construção civil e da proximidade da realização de grandes eventos no país, atualmente este é um mercado aquecido e que tem boas perspectivas de crescimento. Onde, porém, estão os profissionais? Para trabalhar com os projetos, pede-se, geralmente, cursos e formação específica para o assunto.

- Nas faculdades, aprende-se a volumetria, lidando apenas com papel. Acontece que, na profissão, usamos recursos a laser. A maioria dos maquetistas faz árvores com espuma. É bem diferente. Hoje o ensino é muito amador - afirma Léo Ramalho, dono da Léo Ramalho Maquetes.

Atividade exige facilidade para ler plantas

A procura por cursos específicos é baixa. Também não há muitos no mercado. Ramalho chegou a dar aulas, para capacitar pessoal, mas desistiu quando percebeu que só chegaria ao prejuízo. Na média, uma maquete simples varia de R$ 17 mil a R$ 29 mil. Uma turma de cinco pessoas, por exemplo, não dava para cobrir o custo. A falta de formação qualificada e o pouco conhecimento do trabalho geram, no fim, grande dificuldade para o mercado conseguir bons profissionais.

- Para trabalhar comigo, as pessoas precisam saber como fazer uma maquete. Eu cobro R$ 20 mil do CasaShopping. Não posso botar meu nome em risco - acentua Ramalho.

Surgida há dez anos, a Léo Ramalho Maquetes tem como alguns dos seus clientes o CasaShopping, a Conasa, a ZHM e a Marinha do Brasil. A base naval de Arraial do Cabo, por exemplo, foi um de seus maiores projetos. Ao todo, a empresa tem, hoje, 12 funcionários.

A média salarial do operário do setor gira em torno de R$ 2.500. Como no caso da Itaoka Maquetes, que presta serviços para empresas como Cyrela Brazil Realty, Birmann e JHFS.

- Só que a mão de obra é escassa. Exigimos experiência no manuseio de equipamentos para confecção de maquetes, como compressor, serra, furadeira , soprador e lixadeira - diz o diretor de Relacionamentos, Ithanderson Macedo.

Eduardo Fonseca, dono da Eduardo Fonseca Maquetes ME, que está há 15 anos no mercado, diz que a arte de se fazer maquetes exige paciência e habilidade manual, além da capacidade de leitura de plantas de arquitetura. A criatividade também deve ser levada em consideração.

- Não é fácil encontrar profissionais, porque esta é uma área bem específica. No Brasil, há poucos deles. Profissionalmente, talvez nem se chegue a 50 ateliês que sejam dedicados somente a maquetes físicas - calcula Fonseca.


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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Seg Mar 17, 2014 8:21 pm

Plastimodelista
Profissional que representa, no plástico estireno, objetos, personagens, e maquetes

O que é?
Plastimodelista é o profissional que se dedica à representação, em larga escala, de objetos, fatos, personagens, edificações, entre outros, utilizando como matéria prima predominante, o plástico estireno. Muitos iniciam a prática do plastimodelismo apenas como hobby ou passa-tempo, porém há aqueles que acabam se tornando conhecidos pela qualidade de seus trabalhos e passam a ser procurados por colecionadores e museus com interesse na contratação de seus serviços. A prática do plastimodelismo desenvolve a concentração, manuseio com precisão, observação de detalhes e a memorização. O modelismo é utilizado como material didático em diversas disciplinas, tais como arquitetura, história, geografia, ensino técnico e, seqüência de montagem, como material promocional, em museus e centros culturais. A habilidade do modelista é utilizada em trabalhos temáticos, sendo que ele cria e executa obras de arte ou aplica as artes visuais associadas ao conhecimento tecnológico para conceber a forma e a funcionalidade de produtos e serviços; pesquisa temas, elabora propostas, realiza pesquisas e divulga os produtos e as obras concebidas.

Quais as características necessárias?

Para atuar nesta profissão, é necessário ter interesse por artes em geral e sensibilidade pela representar algo em um material concreto, no caso, o plástico. Além disso, é importante apresentar as seguintes características:

Boa capacidade de observação

Boa noção de desenho

Habilidade para esculpir

Habilidade com trabalhos manuais

Capacidade de observação

Boa visão

Sensibilidade artística

Senso estético

Precisão

Criatividade

Qual a formação necessária?

Não são exigidos pré-requisitos como escolaridade mínima ou curso específico para o exercício da profissão. Porém, é interessante que o candidato tenha bons conhecimentos de design, que podem ser adquiridos em uma graduação de Desenho Industrial (também conhecida como Design). Com duração de quatro anos em média, o curso fornece as habilidades técnicas e teóricas sobre o manuseio, montagem e estruturação de diversos materiais, como argila e inclusive o estireno, matéria-prima do plastimodelista. Além disso, ele pode fazer um curso técnico de design, que tem duração média de 800 horas, que proporcionam maior familiaridade para a produção das miniaturas representadas por este profissional.

Principais atividades

Entre as atividades de um plastimodelista, estão:

Formular objetos de estudo e pesquisa sobre fatos da história

Desenvolver materiais, produtos, processos e métodos relacionados à reprodução de objetos e cenas em escala reduzida de dimensão

Recolher e registrar informações a serem difundidas através de réplicas

Criar e executar miniaturas e aplicar as artes visuais associadas ao conhecimento tecnológico para conceber a forma e a funcionalidade de seus modelos

Preparar tintas, criando as tonalidades necessárias para a reprodução fiel de matizes originais

Realizar procedimentos para coleta, tratamento, análise de dados e informações

Planejar atividades de pesquisa

pesquisar temas para aplicarem nas obras concebidas

Áreas de atuação e especialidades

Apesar de pouco conhecidas, as áreas de atuação do plastimodelista abrangem uma diversidade de setores em que seu trabalho faz-se importante. Ele pode atuar em empresas de engenharia e indústrias de construção, na elaboração de modelos de edifícios, equipamentos e pequenos ambientes, além de maquetes arquitetônicas, representando fielmente o que se pretende construir. Na área do design, pode atuar na projeção de aviões de aeromodelismo, miniaturas de carros e outros objetos, assim como na produção de relíquias de automóveis para colecionadores particulares. Um outro setor de atuação é na concepção de objetos antigos em museus e também na produção das doll houses (casas de boneca), que, cada vez mais cobiçadas pelas crianças, são um retrato de casas e mansões no estilo infantil, com seus mínimos detalhes desenvolvidos no plástico estireno.

Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho para o plastimodelista é promissor, devido ao pequeno número de profissionais nesta área. Há muitas pessoas que praticam o plastimodelismo, porém, não como uma profissão, deixando o mercado carente de profissionais que se dediquem integralmente à atividade. A área da engenharia civil está bastante em alta com a explosão do mercado imobiliário, devido à queda dos preços e facilidade de financiamento. Assim, mais plastimodelistas têm sido empregados para a concepção de maquetes do edifício pronto, o design de interiores e o projeto completo. Além desta, a fabricação de brinquedos como aviões de aeromodelismo, que é moda entre muitas crianças e adolescentes, tradicionalmente emprega o plastimodelista. Com a alta precisão para representá-los, tornam-se atraentes para as empresas de brinquedos infantis visando a produção destes aparatos. O importante é buscar atingir um grau elevado de realismo no modelo em relação ao objeto real, fazendo inclusive uma pesquisa histórica no processo de montagem.

Curiosidades

Há diversas técnicas utilizadas pelos plastimodelistas para representar fielmente um objeto, situação ou personagem. O objetivo é conquistar o cliente a quem se destina o produto, fazendo com que ele veja os mínimos detalhes daquilo que o profissional está representando. Algumas destas técnicas são:

Dry Brush = Literalmente, quer dizer pincel seco. Esta técnica é utilizada para realçar as linhas do objeto para dar a relação luz/sombra ao produto. O efeito consiste na escolha de um pincel de preferência com cerdas macias e redondas, não muito fino. O plastimodelista deve molhar este pincel na tinta (geralmente em tons de alumínio e cinza) e em seguida retirar o excesso num papel toalha esfregando bem o pincel. O pouco que restou deve ser aplicado passando muito levemente o pincel sobre a peça a ser trabalhada (geralmente quinas, painéis, motores, hélices, assoalhos, lagartas, etc.). Uma dica é estudar as cores complementares - elas são úteis para o dry brush feito com tintas coloridas para efeitos de luz/sombra.

Massa Plástica (Putty) = Produto muito utilizado em modelismo para correção e escultura de detalhes, a massa plástica pode ser desde a própria até a massa plástica automotiva. É um dos segredos de um modelo bem montado: com ela eliminam-se as emendas, colagens mal feitas, kits fora do esquadro e até mesmo se faz a reconstrução de pequenas partes. Sua aplicação é feita com qualquer instrumento e após seca basta lixá-la (com lixa e água) até o formato desejado. Para a montagem de aviões, deve-se utilizar a massa plástica nas emendas das asas, estabilizadores, fuselagens e pára-brisa.


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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Seg Mar 17, 2014 8:23 pm


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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

Mensagem por elizabete.aff em Seg Mar 17, 2014 8:31 pm


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Re: atividades virtuais de ELIZABETE

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