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CONHECIMENTO CIENTIFICO [05] SOBRE MAQUETES

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CONHECIMENTO CIENTIFICO [05] SOBRE MAQUETES

Mensagem por emersonferreiradasilva em Qui Abr 03, 2014 8:20 pm


Maquete


Geografia
Maquetes podem ser muito utilizadas em aulas de Geografia. Abaixo tentamos mostrar
como const
ruir maquetes a partir de mapas com curvas de nível.
Algo que sempre interessou aos professores de geografia e aos seus alunos é a
construção de maquetes em sala de aula.
Uma maquete com detalhes topográficos pode ser construída com certa facilidade a
part
ir das cartas. Os detalhes aparecerão ou não dependendo da escala com que se
trabalha. Na Faculdade pedi algumas vezes maquetes amplas e maquetes mais simples.
Elas sempre ficaram corretas e bem bonitas. No Caraça (muito antigo e tradicional
Internato em M
inas Gerais, hoje museu e pousada) existe uma maquete muito
interessante confeccionada em lâminas de madeira.
Os passos para a construção da maquete seriam:
-
desenhar em folha fina o contorno geral do mapa;
-
desenhar no mesmo tipo de folha toda curva de n
ível de menor altitude
-
desenhar em folhas separadas cada uma das curvas de nível mapeadas
-
cole cada uma dessas folhas sobre isopor de meio centímetro;
-
recorte as curvas do isopor, usando agulha quente
-
cole as peças (as curvas), montando o relevo: as cu
rvas de maior altitude sobre as de
menor, até o topo das montanhas mais altas;
16
-
cobrir com papel “marchê” (papel toalha ou higiênico aplicados com pincel embebido
de mistura cola branca
-
água) para facilitar a aplicação da massa corrida, que
eventualmente
pode até ser desnecessária;
-
caso ache necessário, passar massa corrida para eliminar os degraus que restarem
e
depois pintar.
-
o trabalho pode ser feito em EVA, papelão ou outro material, o essencial é manter a
equidistância e o mesma espessura do materi
al para cada curva.
-
calcular o exagero vertical como veremos a seguir.
Tento ilustrar abaixo: Crie uma paisagem da sua imaginação, abaixo criei uma colina
em curvas de nível e vou fazer uma maquete com ela.
Agora copio as curvas: primeiro o contorno geral, que corresponde, aqui, à altitude mais
baixa: os 200 metros: em seguida faço cópia da curva subsequente (210 metros); depois
as curvas superiores, até a última c
urva.
17
Colo cada “peça” sobre o isopor ou papelão e recorto peça por peça. Em seguida é colar
uma peça sobre a outra (fiz esta de papelão, a de baixo, d
e isopor):
Volto a insistir que para uma maquete mais realista deve
-
se eliminar os degraus da
colina, suavizando suas vertentes, utilizando para isto massa corrida. Outros
preferem
deixar como mostrado acima.
Foi uma maquete simple, porém, as mais complicadas
seguem os mesmos princípios,
apenas requerem tempo maior de trabalho e mais acuidade...
No segundo volume do livro (em preparação) além de detalhar os passos acima,
apre
sento outros modelos de mapas para construção de maquetes. O mais interessante é
partir para maquetes de grandes unidades como países e regiões (veja a página: Maquete
a partir de mapa físico). Abaixo apresento mais um mapa para construção de maquete e
a m
aquete respectiva. Faça a sua. Tome a liberdade de copiar o mapa, dou toda minha
permissão...
Obviamente é melhor que o aluno faça a maquete por ele mesmo. Ensine
-
o com
simplicidade (a colina acima, por exemplo) e depois parta para maquetes mais
18
complexas. O
mais difícil e trabalhoso é fazer e mandar que sua escola reproduza, folha
por folha,
cada uma das curvas de nível, como mostrado abaixo. O resto se torna mais
simples e prazeiroso. Com um mapa topográfico verdadeiro, o trabalho é muito maior,
mas não im
possível, e as maquetes ficam impressionantes. Com turmas de alunos mais
velhos todo este trabalho fica por conta dos alunos.
Detalhando:
Copie as imagens para seu
computador e as imprima. Recorte
-
as do papel; coloque
-
as
sobre o isopor e recorte
-
as do isopor. Cole
-
as:
Esta primeira “prancha” é a base da maquete.
19
Esta segu
nda prancha representa toda a extensão do terreno mapeado acima do nível do
mar:
20
Esta outra prancha representa toda extensão mapeada que tem altitude superior a
200
metros (jogue fora a área de altitude inferior):
21
Agora, prancha de altitudes superiores aos 400 metros, excluir altitudes inferiores ( e
assim por d
iante...):
22
23
24
25
26
Ago
ra é colar peça sobre peça...
27
Faça o acabamento com massa corrida ou com “papel marchê “, capriche nos rios e
pronto,
é
utilizar das maneiras criativas que você sabe
(invente as escalas,
aumente o
mapa original, faça exposições, etc)
Procurarei expor em outra página deste site, como faço no livro, a construção de
maquetes de um estado do Brasil ou de um continente.
Veja
agora: tentei eliminar os degraus e suavizar as
vertentes, colando papel marchê e
depois passando massa corrida (massa de parede). Trabalhei na metade
direita da
maquete para permitir comparações. Agora é pintar.
28
29
Pintarei a metade em que passei massa corrida e mostrarei aqui. Aguardem.
Eis ai, a par
te pintada da maquete. Pintei com guache e passei cola branca depois de
seco, o que deu o brilho. Note que ficou uma mistura de paisagem reduzida e mapa
físico (convenção das cores), o que não me agradou ao final. Uma maquete é uma
minuatura do espaço verd
adeiro, logo, deveria ter cores da paisagem real. Imagens de
satélite e fotografias aéreas coloridas podem nos inspirar em relação as cores a serem
usadas. Na maquete abaixo há uma transição irreal do verde para o marrom. Num mapa
físico, tudo bem, mas em
uma maquete deveria ter sido evitada... Vou tentar repintar e
se ficar bom, mostro para vocês.
30
Tenho agora que desenhar os rios...
31
EXAGERO VERTICAL EM MAQUETES
Fazer maquetes é muito interessante e tudo mais. Um aspecto que não pode ser deixado
de lado, co
ntudo, é a existência do exagero vertical em qualquer maquete que se
construa, notadamente naquelas que representam continentes, países, estados ou regiões.
32
Os nossos alunos têm que saber o que acontece: se faço uma maquete de uma região a
partir de um map
a de
escala 1:4 000 000 obviamente a escala
horizontal
da maquete
será a mesma.
Todavia, com a escala
vertical
ocorre diferente: a escala vertical
dependerá do material que for usado para a
confecção da maquete. Suponha que a
equidistância entre as curvas
de nível desenhadas e utilizadas na maquete seja de 200
metros. Se eu uso, como é de minha preferência, placas de isopor de 0,5 cm para
representar os níveis de altitude, terei o seguinte: 0.5 cm representa 200 metros, logo,
um centímetro representa 400 m
etros. Então a escala vertical será de 1: 40 000
(Lembrar que 400 metros é igual a 40 000 centímetros).
Compare: escala horizontal
1:4 000 000
escala vertical
1:40 000
Ora, vê
-
se que a escala vertical é muito maior que a ho
rizontal. Daí o dito exagero
vertical. No nosso exemplo o exagero será de:
4 000 000 /40 000
= 100
Exagero vertical igual a 100 vezes.
Se a escala vertical utilizada fosse igual à escala horizontal, não haveria exagero, em
compensação não haveria maquete
(!!!). Não existem placas de isopor ou folhas de papel
finas o suficiente para representar a altitude de 200 metros na escala 1:4 000 000.
Explique a seu aluno assim: se em
uma
escala
1:4 000 000 cada centímetro
corresponde
a 40 000 metros, então, 200
metros deveriam ser representados por 0,005
centímetros. Esta deverá ser a espessura da placa de isopor ou de papelão, ou seja, neste
caso se a maquete fosse feita com papel de seda colado um sobre o outro estaríamos
perto da realidade.
Maquetes sempre tr
azem exageros verticais. Nâo iludamos os alunos, o relevo do nosso
estado ou do nosso país não é tão acidentado quanto as maquetes dão a entender. Se o
aluno começar compreender isto, terá dado um grande passo no conhecimento do
mundo através de instrument
os tão abstratos como mapas e maquetes..

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