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Atividades do Marcos de Castro.
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Atividade 14
Arte
Curitiba é um bom exemplo de cidade cosmopolita, onde povos de várias culturas unem-se e enriquecem suas experiências. A arte que se vê na cidade é um reflexo dessa experiências ecléticas.
Fortemente influenciada pela cultura européia, Curitiba reflete esse aspecto nas manifestações artísticas da cidade. Referência nacional quando o tema é teatro e música clássica.
Artistas de Curitiba
Os curitibanos, de forma geral, apreciam e promovem a arte vinda de várias partes do Brasil e do mundo. O clima cultural da cidade incentiva a formação e o acolhimento de artistas de inegável talento.
Museus de Arte em Curitiba .Curitiba possui um acervo abundante em obras de arte, distribuídas em vários museus e espaços culturais da cidade.
Teatros de Curitiba
Teatros de grande porte como o Guaíra e o Canal da Música a salas adaptadas em construções históricas como o Teatro do 'Paiol, Curitiba permite a apresentação de muitos espetáculos ao mesmo tempo. A diversidade de eventos culturais confirmam a riqueza artística da cidade.
Casa de João Turin, espaço para exposições de arte no Centro Histórico de Curitiba. Homenagem ao pintor e escultor paranaense João Turin.

Curitiba é um bom exemplo de cidade cosmopolita, onde povos de várias culturas unem-se e enriquecem suas experiências. A arte que se vê na cidade é um reflexo dessa experiências ecléticas.
Fortemente influenciada pela cultura européia, Curitiba reflete esse aspecto nas manifestações artísticas da cidade. Referência nacional quando o tema é teatro e música clássica.
Artistas de Curitiba
Os curitibanos, de forma geral, apreciam e promovem a arte vinda de várias partes do Brasil e do mundo. O clima cultural da cidade incentiva a formação e o acolhimento de artistas de inegável talento.
Museus de Arte em Curitiba .Curitiba possui um acervo abundante em obras de arte, distribuídas em vários museus e espaços culturais da cidade.
Teatros de Curitiba
Teatros de grande porte como o Guaíra e o Canal da Música a salas adaptadas em construções históricas como o Teatro do 'Paiol, Curitiba permite a apresentação de muitos espetáculos ao mesmo tempo. A diversidade de eventos culturais confirmam a riqueza artística da cidade.
Casa de João Turin, espaço para exposições de arte no Centro Histórico de Curitiba. Homenagem ao pintor e escultor paranaense João Turin.


marcoscastro3G_2012S1- Super Bônus Ativo

- Mensagens: 34
Pontos: 59
Data de inscrição: 24/02/2011
Idade: 19
Localização: Nova Orleans
Atividade 15
Lange de Morretes
Frederico Lange (1892 – 1954), ou Friz Lange de Morretes, como se fazia conhecer, foi pintor, desenhista, gravador e professor paranaense. Nascido em Morretes, é um dos idealizadores do paranismo.
Iniciou seus estudos com Alfredo Andersen aos 13 anos de idade, sendo um dos seus melhores discípulos, e em torno dele se agregariam vários artistas que continuariam a explorar os ensinamentos do mestre. Em 1910, partiu para a Alemanha, onde estudou artes gráficas em Leipzig, e frequenta a Escola Superior de Belas Artes de Munique de 1915 a 1920, conseguindo exposições individuais em Colônia. Em 1920, voltou ao Brasil e dedicou-se à pintura e à ciência, lecionando anatomia e fisiologia na Escola de Belas Artes do Paraná, e trazendo a inovação de ser um dos primeiros pintores a utilizarem a espátula na pintura – necessária para a técnica do empasto. Foi responsável pela descoberta de um novo espécime de molusco, em seus estudos de malacologia. É de sua autoria os pinhões estilizados geometricamente que vieram a compor as calçadas paranaenses, tornando-se marca original e um símbolo para uma população em busca de identidade, além de ser um dos idealizadores – junto com João Turin e João Ghelfi – do movimento paranista nas artes. Fundou a Escola de Desenho e Pintura, onde lecionou até 1932, tendo como alunos Oswald Lopes, Arthur Nisio, Augusto Conte, Kurt Boiger entre outros. Sua saída da Escola Normal de Curitiba (hoje Instituto de Educação do Paraná) – segundo Guido Viaro, seu amigo – onde lecionou, foi motivada por um decreto federal que impedia ao professor de desenho o direito de entrar em bancas de exame de matérias não afins, o que levou a pedir o afastamento total voluntariamente do cargo que ocupou com tanta proficiência.
Fez várias exposições em cidades brasileira e no exterior, e ganhou medalha de ouro em caráter póstumo no Salão Paranaense de Belas Artes de 1954.
Exposições (em vida):
1927 Rio de Janeiro RJ - 34ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - medalha de bronze
1942 São Paulo SP - 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 São Paulo SP - 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1947 Curitiba PR - 4º Salão Paranaense de Belas Artes, no Edifício do Orfeão da Escola Normal de Curitiba
1949 São Paulo SP - 15º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
Frederico Lange (1892 – 1954), ou Friz Lange de Morretes, como se fazia conhecer, foi pintor, desenhista, gravador e professor paranaense. Nascido em Morretes, é um dos idealizadores do paranismo.
Iniciou seus estudos com Alfredo Andersen aos 13 anos de idade, sendo um dos seus melhores discípulos, e em torno dele se agregariam vários artistas que continuariam a explorar os ensinamentos do mestre. Em 1910, partiu para a Alemanha, onde estudou artes gráficas em Leipzig, e frequenta a Escola Superior de Belas Artes de Munique de 1915 a 1920, conseguindo exposições individuais em Colônia. Em 1920, voltou ao Brasil e dedicou-se à pintura e à ciência, lecionando anatomia e fisiologia na Escola de Belas Artes do Paraná, e trazendo a inovação de ser um dos primeiros pintores a utilizarem a espátula na pintura – necessária para a técnica do empasto. Foi responsável pela descoberta de um novo espécime de molusco, em seus estudos de malacologia. É de sua autoria os pinhões estilizados geometricamente que vieram a compor as calçadas paranaenses, tornando-se marca original e um símbolo para uma população em busca de identidade, além de ser um dos idealizadores – junto com João Turin e João Ghelfi – do movimento paranista nas artes. Fundou a Escola de Desenho e Pintura, onde lecionou até 1932, tendo como alunos Oswald Lopes, Arthur Nisio, Augusto Conte, Kurt Boiger entre outros. Sua saída da Escola Normal de Curitiba (hoje Instituto de Educação do Paraná) – segundo Guido Viaro, seu amigo – onde lecionou, foi motivada por um decreto federal que impedia ao professor de desenho o direito de entrar em bancas de exame de matérias não afins, o que levou a pedir o afastamento total voluntariamente do cargo que ocupou com tanta proficiência.
Fez várias exposições em cidades brasileira e no exterior, e ganhou medalha de ouro em caráter póstumo no Salão Paranaense de Belas Artes de 1954.
Exposições (em vida):
1927 Rio de Janeiro RJ - 34ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - medalha de bronze
1942 São Paulo SP - 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 São Paulo SP - 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1947 Curitiba PR - 4º Salão Paranaense de Belas Artes, no Edifício do Orfeão da Escola Normal de Curitiba
1949 São Paulo SP - 15º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia


marcoscastro3G_2012S1- Super Bônus Ativo

- Mensagens: 34
Pontos: 59
Data de inscrição: 24/02/2011
Idade: 19
Localização: Nova Orleans
Re: Atividades do Marcos de Castro.
marcoscastro3G_2012S1 escreveu:Metaesquema, 1958, de Hélio Oiticica (1937-80), é uma obra de virada na história da arte brasileira. Esse guache sobre cartão mostra quadriláteros irregulares, aparentemente ajustados a uma grade, mas que fogem da rigidez dos ângulos retos.
Em 1958, Hélio Oiticica participava do grupo Frente, no Rio de Janeiro. Junto a artistas como Ivan Serpa, Aloísio Carvão, Lygia Pape e Lygia Clark, ele digeria os primeiros resultados da abstração geométrica no Brasil Até 1947, nunca houvera arte abstrata entre nós; o estilo tinha então apenas dez anos no país. O rigor da abstração concretista era questionado pelo grupo Frente.
No Metaesquema, Oiticica desestabiliza uma composição modular. Como diz o título, trata-se de ir além do esquema, quebrando metas. O resultado sugere o movimento das figuras que, ao invés de seguirem um padrão previsível, parecem dançar livremente sobre o plano.
Obras como Metaesquema levaram artistas abstratos rigorosos a criticarem duramente o grupo Frente, que acabou por se desintegrar, no final dos anos 1950. Em seguida, Hélio Oiticica radicalizou sua pesquisa, liberando os módulos dançantes da folha de papel, deixando-os soltos no ar, sob forma de relevos coloridos suspensos por fios. A abstração geométrica brasileira iniciava sua trajetória singular, pretendendo liberar as formas originadas da disciplina de linhas, figuras e sólidos.
Ok, tópico observado e avaliado. Os pontos mostrados no perfil foram aumentados ou diminuídos conforme o conteúdo apresentado.
Obrigado pela atenção.

CaesarXcz- Art 'n' CELC Admin

- Mensagens: 780
Pontos: 1603
Data de inscrição: 22/05/2010
Localização: CWB

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