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2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
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Re: 2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
ANTONIO BANDEIRA

Antônio Bandeira (Fortaleza, 26 de maio de 1922 — Paris, 6 de outubro de 1967) foi um pintor e desenhista brasileiro. É um dos mais valorizados pintores brasileiros e tem obras nas maiores coleções particulares e museus do Brasil e do mundo.
Junto com Aldemir Martins, Inimá de Paula e outros, fez parte do Movimento Modernista de Fortaleza, nos anos 1940.
Antônio Bandeira (Fortaleza, 26 de maio de 1922 — Paris, 6 de outubro de 1967) foi um pintor e desenhista brasileiro. É um dos mais valorizados pintores brasileiros e tem obras nas maiores coleções particulares e museus do Brasil e do mundo.
Junto com Aldemir Martins, Inimá de Paula e outros, fez parte do Movimento Modernista de Fortaleza, nos anos 1940.
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Re: 2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
FLAVIO SHIRÓ

Flávio Shiró Tanaka nasceu em Sapporo, no Japão, em 1928. Em 1932 chega ao Brasil e instala-se com a família numa colônia japonesa em Tomé-Açu, no Pará. Em São Paulo, a partir de 1940, estuda na Escola Profissional Getúlio Vargas e torna-se amigo de Octávio Araújo, Marcelo Grassmann e Luiz Sacilotto
WEGA NERY
Artista visual, crítica de arte, pintora, desenhista, poetisa, professora
1946/1949 - São Paulo SP - Cursa desenho e pintura na Escola de Belas Artes


Flávio Shiró Tanaka nasceu em Sapporo, no Japão, em 1928. Em 1932 chega ao Brasil e instala-se com a família numa colônia japonesa em Tomé-Açu, no Pará. Em São Paulo, a partir de 1940, estuda na Escola Profissional Getúlio Vargas e torna-se amigo de Octávio Araújo, Marcelo Grassmann e Luiz Sacilotto
WEGA NERY
Artista visual, crítica de arte, pintora, desenhista, poetisa, professora
1946/1949 - São Paulo SP - Cursa desenho e pintura na Escola de Belas Artes

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Luz

Cor-luz, ou cor-energia é aquela, em Teoria das cores, que, contrapondo-se à cor-pigmento, diz respeito à reflexão dos raios luminosos - e não pela cor efetiva contida na substância.
Identificada pelo fenômeno da refracção dos raios solares, essa concepção das cores deu-se pela primeira vez com o físico inglês Isaac Newton, no ano de 1666.
Cor-Luz Cor-luz, ou colorido, é a radiação luminosa visível que tem como síntese aditiva a luz branca.Ou seja, a cor é uma sensação provocada pela luz sobre o órgão da visão. A cor-luz pode ser observada através dos raios luminosos. Cor-luz é a própria luz, que pode se decompor em muitas cores, concluindo-se que a luz branca contém todas as cores.
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ATIVIDADE 06 Cor/ RGB & CMYK
RGB: utiliza luz para produzir cor, sua gama inclui cores néon; em contraste, as tintas de impressão levem vantagem na reprodução de certas cores que podem estar fora da gama RGB como alguns pastéis e preto puro. Um grande percentual do espectro visível pode ser representado pela mistura de luz colorida vermelho (R), verde (G) e azul (B) em diversas proporções e intensidades. Quando estas tonalidades se chocam, produzem o ciano, magenta, amarelo e branco. As cores RGB são chamadas de aditivas também, porque elas se combinam para formar o branco. Cores aditivas são utilizadas para iluminação, vídeos e monitores.
CMYK: este modelo de cor se baseia na qualidade de absorção de luz da tinta impressa em papel. Como a luz branca é rebatida por tintas translúcidas, parte do espectro é absorvida enquanto que outras partes são refletidas de volta a seus olhos. Em teoria, pigmentos de Ciano (C), Magenta (M), Amarelo(Y) puros devem se combinar para absorver todas as cores e produzir o preto. Por este motivo estas cores são chamadas de substrativas. Uma vez que todas as tintas de impressão contêm impurezas, estas três tintas produzem, na verdade, um marrom turvo e devem ser combinadas com tinta preta (K) para produzir um preto verdadeiro. Combinar essas tintas para reproduzir cor é chamado de impressão em quatro cores de processo. Este é o padrão de cores mais indicado para impressão, a escala com maior qualidade de cor.
Observação: K é usado no lugar de B (black) para evitar confusão com o azul (blue)
CMYK: este modelo de cor se baseia na qualidade de absorção de luz da tinta impressa em papel. Como a luz branca é rebatida por tintas translúcidas, parte do espectro é absorvida enquanto que outras partes são refletidas de volta a seus olhos. Em teoria, pigmentos de Ciano (C), Magenta (M), Amarelo(Y) puros devem se combinar para absorver todas as cores e produzir o preto. Por este motivo estas cores são chamadas de substrativas. Uma vez que todas as tintas de impressão contêm impurezas, estas três tintas produzem, na verdade, um marrom turvo e devem ser combinadas com tinta preta (K) para produzir um preto verdadeiro. Combinar essas tintas para reproduzir cor é chamado de impressão em quatro cores de processo. Este é o padrão de cores mais indicado para impressão, a escala com maior qualidade de cor.
Observação: K é usado no lugar de B (black) para evitar confusão com o azul (blue)
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ATIVIDADE 07 Círculo Cromático

Aqui Teoria Cor caber as cores primárias, secundárias e terciárias com gradações de luz e escuridão .... apenas geralmente um círculo simples, e quando se tem para projetar o meu próprio, que melhor do que o sol .... porque a cor é luz e luz melhor que representa o sol .
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ATIVIDADE 08 Fábulas de Esopo
O LOBO E O CORDEIRO
Estava o cordeiro a beber água num córrego, quando apareceu um lobo esfaimado, de horrendo aspecto.
─ Que desaforo é esse de turvar a água que venho beber? ─ disse o monstro, arreganhando os dentes. ─ Espere que vou castigar tamanha má-criação!...
O cordeirinho, trêmulo de medo, respondeu com inocência:
─ Como posso turvar a água que o senhor vai beber se ela corre do senhor para mim?
Era verdade aquilo e o lobo atrapalhou-se com a resposta, mas não deu o rabo a torcer.
─ Além disso ─ inventou ele ─ sei que você andou falando mal de mim no ano passado.
─ Como poderia falar mal do senhor o ano passado, se nasci este ano?
Novamente confundido pela voz da inocência, o lobo insistiu:
─ Se não foi você foi seu irmão mais velho, o que dá no mesmo.
─ Como poderia ser seu irmão mais velho, se sou filho único?
O lobo, furioso, vendo que com razões claras não venceria o pobrezinho, veio com razão de lobo faminto:
─ Pois se não foi seu irmão, foi seu pai ou seu avô!
E ─ nhoque ─ sangrou-o no pescoço

Estava o cordeiro a beber água num córrego, quando apareceu um lobo esfaimado, de horrendo aspecto.
─ Que desaforo é esse de turvar a água que venho beber? ─ disse o monstro, arreganhando os dentes. ─ Espere que vou castigar tamanha má-criação!...
O cordeirinho, trêmulo de medo, respondeu com inocência:
─ Como posso turvar a água que o senhor vai beber se ela corre do senhor para mim?
Era verdade aquilo e o lobo atrapalhou-se com a resposta, mas não deu o rabo a torcer.
─ Além disso ─ inventou ele ─ sei que você andou falando mal de mim no ano passado.
─ Como poderia falar mal do senhor o ano passado, se nasci este ano?
Novamente confundido pela voz da inocência, o lobo insistiu:
─ Se não foi você foi seu irmão mais velho, o que dá no mesmo.
─ Como poderia ser seu irmão mais velho, se sou filho único?
O lobo, furioso, vendo que com razões claras não venceria o pobrezinho, veio com razão de lobo faminto:
─ Pois se não foi seu irmão, foi seu pai ou seu avô!
E ─ nhoque ─ sangrou-o no pescoço

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Re: 2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
A ÁGUIA E A RAPOSA
A águia cuidava em seu ninho de meia dúzia de filhotes esfomeados, e como precisava alimentá-los, valeu-se da ausência da raposa e tirou de sua toca as crias que encontrou por lá, com a intenção de servi-las como almoço às suas pequenas águias famintas.
Logo depois dela ter feito isso, a raposa soube do acontecido, ficou furiosa, e foi à morada da águia para reclamar a devolução dos seus filhos. Mas lá do alto a rapineira, achando-se fora do alcance de qualquer represália que pudesse ser tentada contra ela, zombou dos apelos que lhe eram feitos, o que enfureceu a raposa. Por isso esta juntou bastante palha e gravetos ao redor da árvore onde a raptora morava, e depois lhes ateou fogo, fazendo surgir uma fogueira coroada por muita fumaça.
No início a águia ficou sufocada pela fumaceira que subia, mas depois também passou a temer que as labaredas tomassem conta da árvore e assassem seus filhos. Considerando essa possibilidade, ela então achou melhor chamar a raposa e devolver a ela as raposinhas que em má hora havia seqüestrado.

A águia cuidava em seu ninho de meia dúzia de filhotes esfomeados, e como precisava alimentá-los, valeu-se da ausência da raposa e tirou de sua toca as crias que encontrou por lá, com a intenção de servi-las como almoço às suas pequenas águias famintas.
Logo depois dela ter feito isso, a raposa soube do acontecido, ficou furiosa, e foi à morada da águia para reclamar a devolução dos seus filhos. Mas lá do alto a rapineira, achando-se fora do alcance de qualquer represália que pudesse ser tentada contra ela, zombou dos apelos que lhe eram feitos, o que enfureceu a raposa. Por isso esta juntou bastante palha e gravetos ao redor da árvore onde a raptora morava, e depois lhes ateou fogo, fazendo surgir uma fogueira coroada por muita fumaça.
No início a águia ficou sufocada pela fumaceira que subia, mas depois também passou a temer que as labaredas tomassem conta da árvore e assassem seus filhos. Considerando essa possibilidade, ela então achou melhor chamar a raposa e devolver a ela as raposinhas que em má hora havia seqüestrado.

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Re: 2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
A FORMIGA E A CIGARRA
Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:
- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir!
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.
A cigarra então aconselhou:
- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.
A rainha das formigas falou então para a cigarra:
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou:
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida!
Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo.
Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga.
Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio.
Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós.
Para cigarra e paras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.
Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:
- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir!
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.
A cigarra então aconselhou:
- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.
A rainha das formigas falou então para a cigarra:
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou:
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida!
Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo.
Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga.
Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio.
Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós.
Para cigarra e paras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.

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ATIVIDADE 09 A Origem do Teatro


CULTURA AFRICANA
A história de África e a sua evolução económica e social não é unitária. Os contactos entre povos foram escassos devido à dificuldade das comunicações, especialmente entre o norte e o sul. Tanto o deserto do Saara como a selva equatorial, esta situação impôs grandes barreiras aos povos.
No norte, da costa mediterrânea, houve grandes impérios, entre os que destacamos o do Egipto, Cartago, Roma e o Islão, em contacto com as civilizações ocidentais. No Sahel houve também grandes impérios que dominaram parte da zona, apesar de não terem sido simultâneos e quando o foram não houve fronteira comum. Foi na região do Níger onde se deu uma maior continuidade de impérios.
O norte foi dominado por Fenícios, Egípcios, Cartagineses, Romanos e o Islão, com a sua cultura que entre plenamente dentro da orbita europeia mediterrânea. No sul de Saara, em Sahel, se desenvolveram os impérios como Ghana, na região ocidental do Sudão, entre o rio do Senegal e o lago Chad. Ghana era um reino rico que beneficiava de um clima mais húmido do que o actual.
Outra característica deste reino é que desfrutava da paz se suponha-se estar isolado das grandes potências Europeias. Este império se manteve desde do século VIII até ao século XIII. Os momentos de maior plenitude correspondem aos séculos IX e X.
As suas cidades mais importantes são Tombuctu e Gao. Outro grande império é o de Malí, que se desenvolve aproximadamente na mesma zona desde do século XI até ao século XIV. O seu pico foi no século XIII.
Depois da caída do império de Malí aparece na mesma região o império de Songhay. O seu domínio vai desde do século XV até ao século XVI. Estes reinos e impérios não chegaram a impor a sua cultura em toda a região e enquanto eles tinham florescentes civilizações e inclusive conheciam a escritura, outros povos vizinhos estavam ainda no neolítico e assim permaneceram até ao século XX.
Tem como premissas a convivência e a integração, descobrimos a arte Africana no seu contexto e observamos que sustenta uma religião primitiva que é ao mesmo tempo fé e cultura. Os seus fundamentos são o respeito à natureza como mãe que nos alimenta e os antepassados como garantia de sobrevivência.
CULTURA GREGA
A cultura grega foi imensamente rica. Teve muita influencia no resto do mundo ocidental. O uso intenso de mármore nas obras, o desenvolvimento das sensibilidades e da estética o uma arquitetura harmoniosa foram características das artes gregas. A arquitetura tinha aspectos monumentais, como mostram o Paternon de Atenas e grande estátua de Zeus e Olímpia.
O teatro era muito apreciado na Grécia. As apresentações duravam oito horas diárias, e se estendiam por dois ou três dias seguidos. Periodicamente, eram realizados concursos de peças. Esses torneios chegavam a reunir de 15 a 20 mil pessoas. A construção de locais para exibição das peças estavam muito adiantadas. O teatro de epidauro, por exemplo, tem uma acústica tão boa que um assistente sentado na última fila da arquibancada consegue ouvir até os sons mais baixos, como o crepitar de uma chama no palco.
As filas para se entrar nesses locais começavam a se formar no dia anterior da exibição e atravessavam a noite. Foram registrados casos de mulheres que deram a luz enquanto esperavam para ver uma peça. As obras eram de dois tipos, a comédia e a tragédia. Essa divisão perdura até os nossos dias.
A história começou a ser estudada como ciência pelos gregos. Heródotos, natural da Ásia menor, escreveu o primeiro livro da história com fundamentos científicos e baseado em pesquisa. Tucídides, de Atenas, um militar, redigiu um eficiente relato da Guerra de Peloponeso.

Brunoarcie_2G_2011- Líder Art'n'CELC

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Re: 2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
Brunoarcie_2G_2011 escreveu:
Aqui Teoria Cor caber as cores primárias, secundárias e terciárias com gradações de luz e escuridão .... apenas geralmente um círculo simples, e quando se tem para projetar o meu próprio, que melhor do que o sol .... porque a cor é luz e luz melhor que representa o sol .
Sempre em frente, rumo ao 100... com as atividades virtuais,

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ATIVIDADE 10 Fauvismo
O fauvismo é uma corrente artística do início do século XX aliada à pintura, tendo como uma das características a máxima expressão pictórica, onde as cores são utilizadas com intensidade, além de outras, como a simplificação das formas, o estudo das cores. Os seus temas eram leves, e não tinham intenção crítica, revelando apenas emoções e alegria de viver.
As cores eram utilizadas puras, para delimitar planos, criar a perspectiva e modelar o volume. O nome da corrente deve-se a Louis Vauxcelles. Esse chamou alguns artistas de “Les Fauves” (que significa “feras” em português) em uma exposição em 1905, pois havia ali a estátua convencional de um menino rodeada de pinturas nesse novo estilo.


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ATIVIDADE 11 FUTURISMO
MANIFESTO FUTURISTA
1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade.
2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia.
3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.
4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.
5. Nós queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita.


CARLO CARRÀ:
O pintor assinou o primeiro manifesto futurista, iniciou seus primeiros estudos e esboços de Ritmo dos Objetos e Trens, por definição suas obras mais futuristas. Entrou em contato com o cubismo junto com outros futuristas, mas em 1915 rompe com o movimento, juntou-se a De Chirico e realizou sua primeira pintura metafísica. Apesar de ter rompido com o futurismo Carrá foi um grande marco do movimento

GIACOMO BALLA:
Em sua obra o pintor italiano tentou endeusar os novos avanços científicos e técnicos por meio de representações totalmente desnaturalizadas, embora sem chegar a uma total abstração. Mostrou grande preocupação com o dinamismo das formas, com a situação da luz e a integração do espectro cromático.
Um recurso dos mais originais que ele usou para representar o dinamismo foi a simultaneidade, ou desintegração das formas, numa repetição quase infinita, que permitia ao observador captar de uma só vez todas as seqüência do movimento…
Preocupado, como seus companheiros, em encontrar uma maneira de visualizar as teorias do movimento, apresentou em 1912 seu primeiro quadro futurista intitulado dinamismo de um Cão na Coleira. Nas décadas seguintes assume definitivamente o realismo como a arte pura.

BOCCIONI:
Contribui muito para levar a polêmica “anticultural” do futurismo no âmbito das artes plásticas. A sensação dinâmica é o principal valor de sua arte, ação que se traduz na pintura pela prática das técnicas neo-impressionistas, associadas aos princípios do Cubismo. No campo da escultura procurou solucionar todos os aspectos da forma dinâmica na linguagem tridimensional, estudou de forma intensiva o movimento dinâmico de um corpo humano no espaço. Falou sobre a exclusão do nu e exaltação ao uso de materiais nobres, como o mármore e o bronze em favor dos meio heterogêneos:
“Planos transparentes de vidro ou celulóide, faixas de metal, arame, luzes elétricas internas ou externas podem indicar os planos, as tendências, os tons e os meio tons de uma nova realidade .”
Boccioni se formou em Roma, com Gino Severini, no ateliê de Giacomo Balla onde Aprendeu a pintura neo-impressionista. Depois Fixou-se em Milão, onde conheceu Marinetti e em 1909, aderiu ao Futurismo, com Balla, Carlo Carrà e Luigi Russolo, assinando com eles o Manifesto dos pintores futuristas, em 1910; no mesmo ano, redigiria o Manifesto técnico da pintura futurista. Convocado para lutar na Primeira Grande Guerra, serviu na artilharia, onde morreu após uma queda de cavalo durante

1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade.
2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia.
3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.
4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.
5. Nós queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita.

CARLO CARRÀ:
O pintor assinou o primeiro manifesto futurista, iniciou seus primeiros estudos e esboços de Ritmo dos Objetos e Trens, por definição suas obras mais futuristas. Entrou em contato com o cubismo junto com outros futuristas, mas em 1915 rompe com o movimento, juntou-se a De Chirico e realizou sua primeira pintura metafísica. Apesar de ter rompido com o futurismo Carrá foi um grande marco do movimento

GIACOMO BALLA:
Em sua obra o pintor italiano tentou endeusar os novos avanços científicos e técnicos por meio de representações totalmente desnaturalizadas, embora sem chegar a uma total abstração. Mostrou grande preocupação com o dinamismo das formas, com a situação da luz e a integração do espectro cromático.
Um recurso dos mais originais que ele usou para representar o dinamismo foi a simultaneidade, ou desintegração das formas, numa repetição quase infinita, que permitia ao observador captar de uma só vez todas as seqüência do movimento…
Preocupado, como seus companheiros, em encontrar uma maneira de visualizar as teorias do movimento, apresentou em 1912 seu primeiro quadro futurista intitulado dinamismo de um Cão na Coleira. Nas décadas seguintes assume definitivamente o realismo como a arte pura.

BOCCIONI:
Contribui muito para levar a polêmica “anticultural” do futurismo no âmbito das artes plásticas. A sensação dinâmica é o principal valor de sua arte, ação que se traduz na pintura pela prática das técnicas neo-impressionistas, associadas aos princípios do Cubismo. No campo da escultura procurou solucionar todos os aspectos da forma dinâmica na linguagem tridimensional, estudou de forma intensiva o movimento dinâmico de um corpo humano no espaço. Falou sobre a exclusão do nu e exaltação ao uso de materiais nobres, como o mármore e o bronze em favor dos meio heterogêneos:
“Planos transparentes de vidro ou celulóide, faixas de metal, arame, luzes elétricas internas ou externas podem indicar os planos, as tendências, os tons e os meio tons de uma nova realidade .”
Boccioni se formou em Roma, com Gino Severini, no ateliê de Giacomo Balla onde Aprendeu a pintura neo-impressionista. Depois Fixou-se em Milão, onde conheceu Marinetti e em 1909, aderiu ao Futurismo, com Balla, Carlo Carrà e Luigi Russolo, assinando com eles o Manifesto dos pintores futuristas, em 1910; no mesmo ano, redigiria o Manifesto técnico da pintura futurista. Convocado para lutar na Primeira Grande Guerra, serviu na artilharia, onde morreu após uma queda de cavalo durante

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ATIVIDADE 12 DADAISMO
“Dada não fala, Dada não tem ideias fixas, Dada não apanha-moscas (…)
Dada faz mais vítimas num ano que a mais sangrenta das batalhas.
Dada existiu sempre. A Santa Virgem já era dadaísta.”
Dada nunca tem razão.”
Os verdadeiros Dada são contra Dada.”
Movimento artístico e literário que refletiu um protesto niilista contra todos os aspectos da cultura ocidental, especialmente o militarismo existente durante e logo após a Primeira Guerra Mundial.
O termo “dada”, em francês, significa simplesmente "cavalo-de-pau"; diz-se que foi selecionado ao acaso, num dicionário, pelo poeta, ensaísta e editor Tristan Tzara, nascido em Roma.
O dadaísmo foi idealizado em 1916 por Tzara, pelo escritor alemão Hugo Ball (1886-1927), pelo artista alsaciano Jean Arp, e outros jovens intelectuais que moravam em Zurique, Suíça. Uma reação semelhante contra a arte convencional aconteceu, simultaneamente, em Nova York e em Paris. Depois da Primeira Grande Guerra o movimento chegou à Alemanha, e muitos artistas do grupo de Zurique uniram-se aos dadaístas franceses em Paris. Contudo, o grupo parisiense se desintegrou em 1922.
Para expressar a negação de todas as correntes e valores estéticos e sociais, os dadaístas usaram freqüentemente métodos artísticos e literários que eram deliberadamente incompreensíveis. Suas performances teatrais e seus manifestos eram concebidos para chocar ou desnortear o público, com o objetivo de surpreender o público através de uma reconsideração de valores estéticos aceitos. Para este fim, os dadaístas utilizaram novos materiais e incluíram objetos achados no lixo das ruas, além de novas técnicas em suas obras, como se permitissem ao acaso a determinação dos elementos que iriam compor seus trabalhos.
O pintor e escritor alemão Kurt Schwitters destacou-se por suas colagens com papel velho e materiais semelhantes, e o pintor francês Marcel Duchamp exibiu como obras de arte produtos comerciais ordinários, que ele mesmo chamou de ready-mades. Embora os dadaístas tenham empregado técnicas revolucionárias, sua revolta contra os padrões estéticos vigentes estava baseada em uma convicção profunda e originada ainda na tradição romântica, na bondade essencial de humanidade, quando não corrompida através de sociedade.
O Dadaísmo, como movimento artístico, declinou nos anos vinte, e alguns de seus participantes tornaram-se proeminentes em outros movimentos da arte moderna, especialmente o surrealismo.
Durante a década de 50 houve um ressurgimento do interesse pelo Dadaísmo em Nova York, onde compositores, escritores, e artistas produziram muitos trabalhos com características dadaístas.
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Re: 2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
Brunoarcie_2G_2011 escreveu:
musico alternativo ficou mundialmente conheçido por uma musica de 4:33minutos silenciosa qualquer barulho, ruido ele transforma em musicas.
Foi bem Bruno. Parabéns.

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Re: 2ª Atividade Abstracionismo Rauschenberg
O nome geral do tópico deveria ser mudado.

CaesarXcz- Art 'n' CELC Admin

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